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A nova era da competição

A globalização da economia tem vindo a exigir, cada vez mais mudanças no desenvolvimento de produtos e serviços capazes de responder às necessidades de mercados globais. A globalização significa na prática clientes globais e oportunidades globais. Este processo envolve uma crescente desregulamentação dos sectores da economia, a digitalização dos sistemas de comunicação e informação, padrões tecnológicos abertos e alta volatibilidade. Em última análise à globalização de mercados, acrescenta-se a globalização da cadeia de valor, isto é, uma empresa pode espalhar as actividades da cadeia de valor pelo mundo, de forma a aproveitar em cada região o factor mais globalmente competitivo.

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De novo o Marketing Viral...e se o DG não souber o isso é?
Caso prático: temos de convencer um Director Geral que o marketing viral e o social media são técnicas e programas que funcionam, em que se potenciam conversas e troca de ideias, inclusivamente, com futuros Clientes. O que fazer?
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Competing for the future - Resumo

A propósito dos tempos conturbados que vivemos, revisitei e reli um livro de referência em Estratégia de Empresas e que, pela sua actualidade, aqui faço um resumo. Falo do livro “Competing for the Future” de C.K.Prahalad e Gary Hamel que, no essencial, sugere uma competição pelo futuro em três estágios:

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Da Concorrência Perfeita às Distorções nos Mercados
O modelo liberal clássico de concorrência perfeita pressupunha, antes de mais, a existência de uma pluralidade de agentes, sem que nenhum, nem do lado da procura nem do lado da oferta, tivesse possibilidade de influenciar o mecanismo de formação dos preços. Nos primórdios do século XX, já era bem visível o desfasamento entre o modelo e a realidade. As primeiras revoluções industriais, a massificação da produção industrial, a centralização de capital, alteraram a lógica do modelo inicial, gerando fenómenos de concentração, originando o aparecimento de grandes empresas, de agrupamentos de empresas sob as mais variadas formas (p.e. trusts, cartéis) e de oligopólios e monopólios.
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Como alinhar implementação de preços com estratégia de Pricing?

Tome-se como ponto de partida a perspectiva do “homem comum”: a estratégia de Pricing dos produtos de uma empresa deverá ser principalmente alinhada com os seus concorrentes, os seus prazos de entrega e, naturalmente, com os seus projectos, planos internos e respectivos orçamentos, ainda que por vezes estes últimos fiquem comprometidos. Portanto, a equipa de Marketing de qualquer empresa deve estar, literalmente, 24x7 do seu tempo à procura de obter o preço mais competitivo para o momento do lançamento de um produto no mercado. Note-se que o trabalho da equipa de Marketing não acaba no momento do lançamento do produto no mercado! Mas, na verdade, esse trabalho tem o seu pico nesse momento, no que diz respeito ao desenvolvimento da estratégia de Pricing.

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Conjugação da Análise e Intuição na Gestão e no Processo de Decisão
O uso excessivo da intuição pode levar as organizações a comportamentos arbitrários e a dependência excessiva da análise pode limitar a sua capacidade de reacção. A grande questão é saber em que medida é que se devem combinar esses dois processos. A análise e intuição diferem não só na forma como funcionam mas também nas suas respectivas forças e fraquezas, como por exemplo o custo, o erro, a facilidade, a complexidade e a criatividade. Dadas estas forças e fraquezas torna-se claro porque é que as organizações necessitam de conjugar a análise e a intuição.
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Planificar à Esquerda e Gerir à Direita

Mintzberg publicou na Harvard Business Review em 1976 o artigo “O hemisfério esquerdo e a planificação, o hemisfério direito e a gestão” que pretendeu responder a uma série de questões à volta da especialização dos hemisférios do cérebro humano.

Volvidos mais de 30 anos, nunca esse artigo esteve tão actual como hoje!

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Ser um Líder

Nos tempos conturbados que vivemos e no dealbar de um novo ano, é confortável olhar para alguém e ver nessa pessoa um líder. E esse líder não tem de ser forçosamente o nosso patrão, o nosso chefe, o nosso supervisor...

Em ambiente empresarial, o líder desenvolve, ensina, motiva e inspira outros colaboradores a responsabilizarem-se pelo desempenho da empresa e do seu departamento, de uma forma que os leve a maximizar, a criar e a correr riscos de modo a contribuir para as estratégias e planos da empresa, ajudando-os a desenvolverem-se totalmente e a utilizar as suas capacidades. Para isso, o líder pensa de fora para dentro, cria e executa uma estratégia flexível e orientada para os resultados baseados numa compreensão abrangente do Cliente, Concorrentes, outros interesses e eventos exteriores que sejam relevantes para o negócio.

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